Profissão de assistente pessoal ganha força e clientes no Brasil
Você já pensou em contratar alguém para pagar contas, fazer compras, organizar orçamento doméstico e tantas outras coisas chatas do dia a dia?
Você já pensou em contratar alguém para pagar suas contas, fazer as compras do supermercado, organizar o orçamento doméstico e tantas outras coisas chatas do dia a dia? Essa profissão, que já existe há muito tempo lá fora, começa a ganhar força e clientes no Brasil. É o assistente pessoal.
O que pediria para ser feito para si? A resposta é rápida: “Banco, correio, tudo que tivesse fila”, diz uma mulher.
Uma agência no Rio de Janeiro passou a oferecer o serviço há um ano. O valor mínimo de um pacote custa R$ 500 por mês. Mas no interior de São Paulo e Minas Gerais, a mordomia de ter um assistente pessoal pode sair por R$ 100 por mês.
“Estou ligando, Fernanda, para verificar a questão da sua lista de supermercado desse mês, se vão continuar os mesmos itens. Vai continuar com a mesma listagem? Não acrescenta nada?”, pergunta a assistente pessoal Liliane Silva.
Liliane conversa com uma das clientes sobre as compras da casa. É um trabalho que na maioria das vezes é resolvido por telefone ou por e-mail.
“Agendar coisas como médicos, problemas simples como telefonia. Cotação para preço de reforma da casa também estão pedindo muito isso”, conta a assistente pessoal Liliane Silva.
A ideia nasceu de uma necessidade de Roberta Rizzo, dona da agência. Trabalhando como empresária, ela não conseguia tempo para cuidar dos afazeres de casa e achou que uma ajuda seria preciosa.
"A gente está poupando o tempo para esse cliente, o tempo não tem para comprar em uma loja. Então, a gente vende o nosso para ajudar nos problemas deles”, justifica a empresária Roberta Rizzo.
Imagine uma mulher grávida de sete meses do primeiro filho e com recomendação médica de fazer repouso absoluto em casa – e o quarto do bebê ainda está bastante incompleto. Essa mulher com certeza precisa de ajuda. A consultora financeira Maria Claudia Galvão soube do serviço por uma amiga e não pensou duas vezes antes de contratar.
“Eu preciso de tranquilidade. Tendo uma pessoa assim, de empresa séria e de confiança, que consiga resolver os problemas, fica mais tranquilo”, diz a consultora financeira Maria Cláudio Falcão.
Nesse caso, a assistente pessoal Michele Almeida precisa ir várias vezes na casa da cliente, o que não encarece o pacote. Ela fez o orçamento e as compras de todos os móveis do quarto. A missão agora é organizar o chá de bebê. “Eu sou os olhos dela na rua já que ela não pode ir à rua eu vou à rua para ela e faço tudo dentro da escolha dela”, conta Michelle.
Edição do dia 23/02/2011 Bom Dia Brasil
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